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Jornal OBSERVADOR destaca empregabilidade da ESE Almeida Garrett

Privados dão a volta e já apresentam taxa de desemprego inferior aos públicos

Já lá vai o tempo em que as instituições de ensino superior privadas davam menos garantias de emprego que as públicas. A realidade inverteu-se em 2016, mas ainda há instituições com 30% de desemprego.

 

Em 2016, o Ensino Superior Privado registou uma taxa de desemprego de 5,4%, inferior aos 7,2% referentes ao Ensino Superior Público. Este cenário traduz uma alteração completa do panorama da empregabilidade nos últimos três anos, conforme se pode verificar pelos dados divulgados no final de semana pela Direção Geral de Estatísticas do Ensino e Ciência (DGEEC).

Já lá vai o tempo em que um canudo timbrado por uma instituição privada valia menos na hora de procurar trabalho. Os dados referentes a 2016 mostram, inclusive, que há até instituições privadas com emprego absoluto: o Instituto Superior D. Dinis e a Academia Nacional Superior de Orquestra.

Se a análise for mais fina e ao nível dos cursos, há 12 cursos lecionados em instituições privadas com 0% de desemprego. São exemplos disso o curso de Informática no Instituto Superior Miguel Torga, Ciências Aeronáuticas no ISEC Lisboa – Instituto Superior de Educação e Ciências, Engenharia de Produção Industrial, no Instituto Superior D. Dinis e Design no mesmo instituto. E também três cursos de Teologia, da Universidade Católica Portuguesa.

 

20 instituições privadas com menos desemprego

Há duas instituições privadas com 0% de desemprego registado.

Instituição de EnsinoTaxa de desemprego
Instituto Superior D. Dinis 0,00
Academia Nacional Superior de Orquestra 0,00
Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches 0,50
Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro 0,60
Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich 1,30
Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias 1,50
Escola Superior de Artes e Design 2,13
Escola Superior de Artes Decorativas 2,20
Instituto Superior de Ciências da Administração 2,31
Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares de Almada 2,49
Universidade Católica Portuguesa 2,69
Escola Superior Gallaecia 2,70
Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada 2,80
Escola Superior de Educação Almeida Garrett 2,80
Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Algarve 2,85
Instituto Superior Politécnico do Oeste 2,90
Universidade Atlântica 2,98
Escola Superior de Saúde de Santa Maria 3,00
Escola Superior de Educação de João de Deus 3,00
ISPA-Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida 3,10

 

Por outro lado, das 70 instituições para as quais existem dados, 15 apresentam taxas de desemprego na ordem dos dois dígitos. A Escola Superior Artística de Guimarães chega mesmo aos 30%.

15 instituições têm uma taxa de desemprego de dois dígitos

Instituição de EnsinoTaxa de desemprego
Universidade Lusófona do Porto 10,12
Instituto Superior de Entre Douro e Vouga 10,46
Instituto Superior Miguel Torga 11,15
Instituto Superior Politécnico Gaya 11,54
ISLA - Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia 11,68
Universidade Fernando Pessoa 11,95
Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo 12,73
Instituto Superior de Paços de Brandão 12,90
Escola Superior de Educação de Fafe 13,51
Universidade Lusíada - Norte 13,82
Instituto Superior de Serviço Social do Porto 16,70
Escola Superior de Tecnologias de Fafe 17,81
Escola Superior Artística do Porto 18,29
Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa 21,80
Escola Superior Artística de Guimarães 30,00

 

Não sendo este um indicador perfeito, uma vez que deixa de fora os desempregados que não se inscrevem em centros de emprego e aqueles que estão a trabalhar em áreas completamente distintas da sua formação, é o único que existe que permite ter alguma noção das garantias de cada curso ao nível da absorção pelo mercado de trabalho.

A primeira fase de candidaturas ao Ensino Superior arranca esta quarta-feira, dia 19 de julho, e prolonga-se até dia 8 de agosto. Os resultados serão conhecidos a 11 de setembro.

Fonte: Infocursos.pt/Observador

Nota: O Observador calculou a taxa de desemprego por instituição fazendo uma média ponderada tendo em conta o número de diplomados entre 2012 e 2015 e partindo das taxas de desemprego por curso calculadas pelo Governo, referentes a inscritos em centros de emprego em 2016.

 

Fonte: Observador.pt

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